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Nesse post iremos entrar na Era dos dinossauros finalmente!
^^

2º ERA DO FANEROZÓICO – MESOZÓICO

Na escala de tempo geológico, o Mesozóico é a era do éon Fanerozóico que está compreendida entre 251 milhões e 65 milhões e 500 mil anos atrás, aproximadamente. Divide-se nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo, do mais antigo para o mais recente.
O nome Mesozóico é de origem grega e refere-se a 'meio animal' sendo também interpretado como "a idade medieval da vida". Esta era é especialmente conhecida pelo aparecimento, domínio e desaparecimento polêmico dos dinossauros.
No início desta era, toda a superfície terrestre se concentrava num único continente chamado Pangéia (ou Pangea). Porém com o tempo este supercontinente começou a fragmentar-se em dois continentes: a Laurásia para o Hemisfério Norte e o Gondwana para o Sul.
Esta foi uma era onde dominaram répteis como os dinossauros, pterossauros e plesiossauros. Durante o Mesozóico estes animais conquistaram a Terra e desapareceram mais tarde de forma misteriosa, sendo a causa mais provável a colisão da terra com meteorito, sendo estimada como a segunda maior extinção em massa da terra. (A maior já estudada foi no final do pérmico, estima-se que tenha extinto 90% de todas as espécies que viviam na Terra.)
Os primeiros mamíferos se desenvolveram, apesar de não serem maiores que ratos. As primeiras aves apareceram durante o Jurássico, e embora a sua descendência seja motivo de grande discussão entre os cientistas, grande parte aceita que tenham origem nos dinossauros. As primeiras flores (Angiospérmicas) apareceram durante o período Cretáceo.
Também chamada de Era Secundária. Penúltima das eras em que se divide a história da Terra. Conhecida como a Idade dos Répteis ou Idade dos Amonides, pela importância que esses dois grupos atingiram durante os 140 milhões de anos da sua duração. O nome vem do grego mesos que significa meio, e zoé que indica vida, isto é, vida intermediária. Dos répteis mesozóicos os dinossauros são os mais conhecidos. Atingiram tamanhos gigantescos e se extinguiram no fim da Era Mesozóica. Alguns répteis adaptaram-se ao e outros à vida aquática. Nos mares, proliferaram cefalópodes do grupo dos Amonites, que igualmente se extinguiram no ocaso desta era. Surgiram os peixes teleósteos, as primeiras aves (criaturas exóticas dotadas, no início, de dentes e de cauda), os primeiros mamíferos, as primeiras plantas do grupo dos angiospermas. A Era Mesozóica recebeu também o nome de Idade das Cicadófitas, graças à importância que tal grupo de vegetais alcançou nesta era. Movimentos orogenéticos importantes afetaram durante a Era Mesozóica a região andina e a região das Montanhas Rochosas. Mas as presentes cadeias são devidas inteiramente a movimentos subseqüentes. No Brasil, os terrenos mesozóicos cobrem vastas áreas do interior do país, ocorrendo ainda na orla marítima no nordeste. No sul, no início da Era Mesozóica, o clima foi árido, originando-se vasto deserto com deposição abundante de áreas eólicas. Tal deposição foi entremeada de intenso vulcanismo, responsável por derrames de lava de grande extensão. Seguiu-se a deposição no Período Cretáceo, de areias que mais tarde foram consolidadas por cimento calcário e que encerraram restos de dinossauros e de outros répteis. Nos terrenos cretáceos do nordeste, boa parte dos quais marinhos, ocorrem importantes jazidas de calcário, fosforita e petróleo.

1º ERA DO MESOZÓICO – TRIÁSSICO

Na escala de tempo geológico, o Triássico é o período da era Mesozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 251 milhões e 199 milhões e 600 mil anos atrás, aproximadamente.
Durante o Triássico, surgem os primeiros dinossauros, bem como mamíferos ovíparos.
A Paleorrota é um caminho situado no centro do estado do Rio Grande do Sul, Brasil cujo percurso contém diversos fósseis do triássico. No tempo em que havia apenas o continente Pangéia. O caminho está situado dentro de uma grande área que pertence ao período triássico e que datam de 230 milhões de anos atrás. A região possui vários sítios paleontológicos, que pertence às camadas geológicas Formação Santa Maria e Formação Caturrita. Nestes sítios são encontrados os fósseis de antigos animais vertebrados como : Rincossauros, exaeretodons, Estauricossauro, Guaibassauro, Saturnalia tupiniquim, Sacissauro, Unayssauro e muitos outros.



Figura de um Plateossauro, animal do Triássico


2º ERA DO MESOZÓICO – JURÁSSICO

Na escala de tempo geológico, o Jurássico é o período da era Mesozóica do éon Fanerozóico que está compreendido entre 199 milhões e 600 mil e 145 milhões e 500 mil anos atrás, aproximadamente.

Fauna

Aquática e marítima


Durante o Jurássico, as formas de vida "Maiores" que viveram nos mares foram os peixes e répteis marítimos.O último grupo inclui os ictiossauros, plesiossauros e crocodilos marítimos, das famílias Teleosauridae e Metriorhynchidae.
Terrestre
Na terra, os grandes répteis arcossauros permaneceram dominantes. O Jurássico foi a idade de ouro dos grandes saurópodes: Apatosaurus, Diplodocus, e muitos outros — que vagaram pela terra neste período.Eles foram alimento para grandes terópodes (Ceratossauros, Megalossauros, e Alossauros). Todos esses pertencem ao grupo Saurischia. Surgem mamíferos marsupiais e multituberculados.
Durante o Jurássico, os primeiros pássaros desenvolveram-se de pequenos dinossauros como o Compsognato. Os dinossauros Onrnistísquios foram menos predominantes do que dinossauros saurisquianos, embora alguns estegossauros e pequenos ornitópodes desempenhou papéis aos dinossauros herbívoros. No ar, os pterossauros foram comuns; eles governaram os céus, enchendo muitos papéis ecológicos agora tomados por pássaros.

Flora

Durante o Jurássico surgem as plantas com flores.



Alossauro, animal do Jurássico


3º ERA DO MESOZÓICO – CRETÁCEO

Durante o Cretáceo, os dinossauros alcançam seu ápice, mas ao fim do período acaba ocorrendo a extinção em massa desses grandes répteis e dos animais da Terra (cerca de 60% deles foi extinto).A teoria mais aceita é a de que a queda de um meteorito na Península de Yucatán, no México, levantou muita poeira e essa poeira cobriu a Terra evitando a passagem do Sol e causando um resfriamento da terra que levou à Era Glacial. Então os seres fotossintetizantes não puderam realizar a fotossíntese e acabaram morrendo.Com isso, houve uma quebra da cadeia alimentar e um desequilíbrio ecológico.
É no mesmo período que surgem os mamíferos placentários primitivos e as plantas com flores. Neste período os continentes começaram a se formar a caminho do que são hoje. Após a queda dos dinossauros, houve e a diversificação dos mamíferos (alguns tornaram-se enormes), e o auge das aves .



Adamantinosuchus e alguns saurópodes do Cretáceo


Onde focaremos nosso assunto será aqui!
^^
Mas mesmo assim continuarei com a era atual q é o cenozóico
bjsss



- Postado por: Angelus às 21h23
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Continuação da Era Paleozóica

Mais outro post sobre a parte geológica da Terra!
logo chegaremos à época dos dinos!
^^

4º PERÍODO DO PALEOZÓICO – DEVONIANO

Este período (distribuído entre cerca de 400 e 360 milhões de anos) marca o apogeu dos corais, iniciado no período anterior. Mais que isto, todos os grupos de invertebrados atingem uma diversidade poucas vezes experimentada na história da vida.
Pela primeira vez são registradas importantes floras e faunas de áreas continentais, com o desenvolvimento das primeiras “florestas”.
Este é chamado “período dos peixes”, pois estes vertebrados atingem uma variabilidade sem paralelo em outros tempos.
Em torno de 380 milhões de anos são registrados os primeiros fósseis de tetrápodos (anfíbios), licopsídeos e pró-gimnospermas.
• Os graptólitos graptolóides extinguem-se no Devônico inferior.




Ambiente Devoniano


5º PERÍODO DO PALEOZÓICO – CARBONÍFERO

Está compreendido entre 359 milhões e 200 mil e 280 milhões de anos atrás, aproximadamente. é marcado, nas áreas continentais, por intenso e conspícuo desenvolvimento de vegetais (especialmente licófitas, esfenófitas, pterófitas), que cobriram imensas regiões com luxuriantes florestas, várias delas providas de árvores com até 40 m de altura.
Os peixes primitivos, ostracodermos e placodermos, do Devoniano, haviam completamente desaparecido.
A paleoictiofauna marinha era dominada pelos peixes cartilaginosos (condríctios).
A paleoictiofauna de águas continentais, dominada pelos peixes ósseos (osteíctios), habitava pântanos, lagos e rios, onde se formavam os depósitos de carvão do Carbonífero.
Os anfíbios tornaram-se comuns, pela primeira vez, naqueles ambientes de águas continentais, onde se formavam carvões.
E em torno de 340 milhões de anos atrás ocorre o surgimento, no registro fóssil, dos primeiros amniotas, os répteis. O ovo amniótico conferiu aos répteis decisiva vantagem sobre os anfíbios, possibilitando seu domínio sobre o mundo, durante mais de 150 milhões de anos.



Ambiente Carbonífero


6º PERÍODO DO PALEOZÓICO - PERMIANO

Período geológico, delimitado entre aproximadamente 280 e 245 milhões de anos. É marcado pela perda das condições paleoclimáticas extremamente úmidas do Carbonífero, com o início de um processo de aridização em todo o Planeta. Isto teve reflexos nas floras e faunas continentais; com os vegetais perdendo o aspecto luxuriante do período anterior.
Os anfíbios experimentam, durante o Permiano, uma perda da diversidade, em relação àquela existente no Carbonífero
Os répteis iniciam o longo domínio de quase todos os ambientes, encerrado apenas no final da Era Mesozóica.
No término do Permiano ocorreu a mais importante crise biótica da história do Planeta. Desapareceram vários grupos, de invertebrados e vertebrados ( 95% da vida na Terra – extinção permiana), que haviam dominado durante toda a Era Paleozóica. Atingiu especialmente os organismos bentônicos, que viviam em plataformas continentais.
A flora é caracterizada pelas suas glossopteris. O fóssil mais antigo encontrado até hoje, do período Pérmico/Permiano, é de glossopteris.
Deve o seu nome à cidade e região de Perm, na Rússia.



Ambiente Permiano


No próximo post iniciamos a era dos dinossauros, a era Mesozóica!

Até mais!



- Postado por: Angelus às 22h03
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Depois de um longo tempo coloco mais uma parte aqui da geologia terrestre!
Espero q curtam isso!

2º ÉON – FANEROZÓICO

Na escala de tempo geológico, o Fanerozóico (Grego: phaneros=visível; oikos=vida) é o mais recente éon, que se inicia há cerca de 542 milhões de anos e se estende até o presente. Sucede o éon Proterozóico e divide-se nas eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica, da mais antiga para a mais recente.

1º ERA DO FANEROZÓICO – PALEOZÓICO

Na escala de tempo geológico, o Paleozóico é a era do éon Fanerozóico que está compreendida entre 542 milhões e 251 milhões de anos atrás, aproximadamente. A era Paleozóica sucede a era Neoproterozóica do éon Proterozóico e precede a era Mesozóica de seu éon. Divide-se nos períodos Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano, do mais antigo para o mais recente.

O Paleozóico corresponde praticamente a metade do Fanerozóico, com aproximadamente 300 milhões de anos. Durante esta era havia seis massas continentais principais, que conheceram montanhas enormes ao longo de suas margens, e incursões e recuos dos mares rasos através de seus interiores, como mares continentais. Muitas rochas paleozóicas são economicamente importantes. Por exemplo, rochas calcárias para finalidades industriais de construção civil, assim como os depósitos de carvão, que foram formadas durante o paleozóico.

O Paleozóico é conhecido por dois dos eventos mais importantes na história da vida animal. Em seu começo houve uma grande diversificação evolutiva dos animais, a explosão cambriana, em que quase todos os filos animais atuais e vários outros extintos apareceram dentro dos primeiros milhões dos anos. Já no extremo oposto do Paleozóico ocorreu a extinção maciça, a maior da história da vida na Terra, que extinguiu aproximadamente 90% de todas as espécies animais marinhas. As causas de ambos estes eventos ainda não são bem conhecidas.


1º PERÍODO DO PALEOZÓICO - CAMBRIANO

Durante o Cambriano, ocorre maior diversificação da vida, evento conhecido como explosão cambriana.

• Os graptólitos dendróides surgem no Câmbrico superior.
• Os arqueociatos surgem no Câmbrico inferior e extinguem-se no Câmbrico médio.

O Cambriano marca um ponto importante no historia da vida na Terra, é o período de tempo em que a maioria dos grupos principais de animais apareceram no registro do fóssil. Este evento é chamado as vezes de "a explosão cambriana", por causa do tempo relativamente curto sobre em que esta diversidade de espécies aparece. Hoje sabe-se que os fósseis mais antigos são do vendiano.
Os animais mostraram uma diversificação dramática durante este período da historia da terra. Isto foi chamado "a explosão cambriana". O maior registro de grupos animais ocorreu durante os estágios Tomotiano e de Atdabaniano do Cambriano superior, um período de tempo que pode ter sido tão curto quanto cinco milhões de anos! Os animais encontrados em todo o mundo são os anelídeos, artrópodes, braquiópodes, equinodermos, moluscos, onychophorídeos, esponjas, e priapulideos.

A idade Tomotiana, é uma subdivisão do Cambriano superior. Nomeado por exposições da rocha na Sibéria, o Tomotiano viu a primeira radiação principal dos animais,incluindo a primeira aparência de um grande taxa de animais mineralizados tais como braquiopodes, trilobitas, archaeocyatideos, equinodermos.

Os climas do mundo eram suaves; não havia nenhuma glaciação. A maior parte America do Norte se colocava nas latitudes tropicais e temperadas do sul, que suportaram o crescimento de recifes extensivos do archaeocyathideos de água-rasa no Cambriano mais inferior.



Imagem de ambiente do período Cambriano


2º PERÍODO DO PALEOZÓICO – ORDOVICIANO

Durante o Ordoviciano, os invertebrados são as formas de vida animal dominantes.

• Os graptólitos graptolóides surgem no Ordovícico inferior.

No período Ordoviciano o norte dos trópicos era quase inteiramente oceano, e a maior parte terrestre do mundo foi confinada ao sul, o Gondwana. Durante todo o Ordoviciano, o Gondwana foi deslocado para o pólo sul e muito dele ficou debaixo d'água.

O Ordoviciano é o mais conhecido pela presença de seus invertebrados marinhos diversos, incluindo graptozoários, trilobitas e braquiopodes. Uma comunidade marinha típica conviveu com estes animais, algas vermelhas e verdes, peixes primitivos, cefalópodes, corais, crinóides, e gastrópodes. Mas recentemente, houve a evidência de esporos trietes que são similares àqueles de plantas primitivas terrestres, sugerindo que as plantas invadiram a terra neste período.
O clima do ordoviciano era mais suave com temperaturas médias e a atmosfera muito úmida. Entretanto, quando o Gonduana se estabeleceu finalmente no pólo sul as geleiras maciças tomaram forma. Isto causou provavelmente extinções maciças que caracterizam o fim do Ordoviciano, em que 60% de todos os gêneros e 25% dos invertebrados marinhos de todas as famílias foram extintos.

Os limites do Ordoviciano são marcados pela ocorrência de graptozoários planctônicos. As rochas são geralmente os argilitos escuros, orgânico que carregam os restos dos graptolitos e podem ter sulfeto de ferro.

Continentes desérticos , rebaixados por epirogênese e invadidos por extensos mares rasos. Orogênese Taconiana. Os graptozoários comuns nesse período são ótimos fósseis guias pois delimitam zonas bioestrátigráficas.

Na vida animal ocorre a primeira experiência em gigantismo artrópodes marinhos com 2 metros aparecem os lamelibrânquios. A evolução dos protocordados desenvolveram os primeiros peixes sem mandíbulas.

Na vida vegetal aparecem os primeiros sinais de plantas terrestres como plantas primitivas que dariam origem as plantas vasculares.



Imagem de ambiente do período Ordoviciano


3º PERÍODO DO PALEOZÓICO – SILURIANO

Durante o Siluriano, surgem as primeiras plantas terrestres e as amonites.
O período Siluriano foi primeiro identificado por Sir Roderick Murchison, que estava examinado um estrato sedimentar rochoso fóssil ao sul do País de Gales no inicio de 1830. O nome para o período originou-se de uma tribo Celtica do País de Gales, os Siluares, estendendo a convenção que seu amigo Adam Sedgwick tinha estabelecido para o Cambriano. Em 1835 estes dois amigos apresentaram um trabalho conjunto, sob o titulo "On the Silurian and Cambrian Systems, Exhibiting the Order in which the Older Sedimentary Strata Succeed each other in England and Wales", o qual foi o germe da escala geológica moderna. Inicialmente, o período Siluriano se sobrepunha ao período Cambriano, provocando um furioso desentendimento que terminou com a amizade. Charles Lapworth eventualmente resolveu o conflito pela criação do período Ordoviciano.

O período Siluriano é usualmente dividida nas épocas , da mais antiga para a mais recente:
• Llandovery,
• Wenlock,
• Ludlow
• Pridoli

Entretanto, alguns esquemas acrescentam as épocas: Llandovery recente, Wenlock médio e Ludlow e Pridoli tardio. Estes estágios de fauna são caracterizado por seus fósseis característicos, novas espécies de colônias marinhas de graptólitos que aparecem nesta época. Períodos do tempos corresponde a estas series de rochas, dos estágios mais recentes para os antigos, são:
• Época Pridoli – nenhum estágio definido (Siluriano tardio)
• Época Ludlowa divida em:
o Ludfordiana (Ludlowa tardio - Siluriano tardio)
o Gorstiana (Ludlow recente - Siluriano tardio)
• Época Wenlock divida em
o Homeriana (Wenlock tardia - Siluriano recente ou médio)
o Sheinwoodiana (Wenlock tardia - Siluriano recente ou médio)
• Época Llandoveria divida em
o Telychiano (Llandoveria tardia- Siluriano recente)
o Aeroniana (Llandoveria média- Siluriano recente)
o Rhuddaniana (Llandoveria recente- Siluriano recente)




Imagem de ambiente do período Siluriano


Até a próxima!



- Postado por: Angelus às 20h15
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Períodos geológicos

Olá, aqui demorou tb n é?
Uhauhaauhauhauahauh
Mas blz, de qualquer forma to postando agora!
^^
Espero que curtam aqui tb!

Hj vamos dar uma volta pela evolução da vida na Terra?
Que tal um pokin de geologia misturada com biologia?

ÉON

Éon, eon ou ainda aeon significa, em termos latos, um enorme período de tempo, ou a eternidade. A palavra latina aeon, significa "para sempre". Ela é derivada do grego αίών (aion), cujo um dos significados é "um período de existência" ou "vida".
Significado geológico
Em cronologia ou geologia, o éon geológico refere-se à maior subdivisão da escala de tempo geológico, imediatamente antes da era.
Platão usou a palavra aeon para denotar o mundo eterno das idéias, que ele concebia como se estivesse "atrás" do mundo perceptível. Assim, em termos filosóficos ou em história da religião, no gnosticismo e no neoplatonismo, refere-se à entidade intermédia entre a divindade suprema e o mundo perceptível ao pensamento.

ERA

Uma era geológica é a divisão de um éon na escala de tempo geológico. Somente o éon Hadeano não se divide em eras. As eras dos éons Proterozóico e Fanerozóico subdividem-se em períodos.
PERÍODO
Um período geológico é a divisão de uma era na escala de tempo geológico. Somente as eras do éon Arqueano não se dividem em períodos. Os períodos das eras do éon Fanerozóico subdividem-se em épocas.

1º ÉON – PRÉ-CAMBRIANO

O Pré-Cambriano está compreendido entre o aparecimento da Terra, há cerca de 4,5 bilhões de anos, até o surgimento de uma larga quantidade de fósseis, que marca o início do período Cambriano da era Paleozóica do éon Fanerozóico, há cerca de 540 milhões de anos atrás.
Sabe-se pouco dos eóns pré-cambrianos, apesar de corresponderem a sete oitavos da vida da Terra, já que as modificações a que a crosta terrestre foi submetida posteriormente dificultam a interpretação dos vestígios dos mesmos. A maioria dos conhecimentos atuais deve-se a descobertas efetuadas nas últimas quatro ou cinco décadas. Foi durante o Pré-Cambriano que os eventos mais importantes da história da Terra aconteceram:
• o início do movimento das placas tectônicas;
• o início da vida na Terra;
• o aparecimento das primeiras células eucarióticas;
• a formação da atmosfera;
• o aparecimento dos primeiros animais e vegetais.
A mais longa dessas divisões temporais foi a era Pré-Cambriana. Ela se estendeu desde o início da Terra, cerca de 4,6 bilhões de anos, até aproximadamente 570 milhões de anos atrás. Durante esse tempo, a vida no mar se desenvolveu desde as minúsculas e gelatinosas bolhas flutuantes até os primeiros vermes.

1º ERA DO PRÉ-CAMBRIANO – HADEANO

O Hadeano é a era mais antiga, que começou há cerca de 4570 bilhões de anos, com o princípio do processo de formação dos planetas do Sistema Solar, e terminou, na Terra, há aproximadamente 3850 bilhões de anos, quando surgiram as primeiras rochas, marcando o início da era Arqueano.
O nome "Hadeano" vem do grego hades, que significa "inferno", e foi cunhado pelo geólogo Preston Cloud para o período sobre o qual se tem pouca ou nenhuma informação geológica.

2º ERA DO PRÉ-CAMBRIANO – ARQUEANO

Na escala de tempo geológico, o Arqueano ou Arcaico é a era que está compreendida entre 3,85 bilhões de anos e 2,5 bilhões de anos atrás, aproximadamente. Divide-se nas sub-eras Eoarqueana, Paleoarqueana, Mesoarqueana e Neoarqueana, da mais antiga para a mais recente.
No Arqueano provavelmente não existia uma litosfera completamente rígida e por isso não operaria ainda a Tectônica de Placas. Surgem os primeiros continentes, relacionados possivelmente a colisões entre arcos de ilhas que se amalgamaram formando pequenas massas continentais.
A ausência de grandes continentes impedia o consumo elevado de CO2 através do intemperismo das rochas. A falta de organismos clorofilados também evitava o consumo de Dióxido de carbono. A atmosfera era então rica desse gás, e praticamente sem oxigênio, mantendo-se relativamente quente devido ao efeito estufa.
O surgimento da vida foi um grande evento na história da Terra no Arqueano. Os seres vivos mais primitivos são os Procariontes, os primeiros dos quais eram autótrofos anaeróbicos. O segundo evento mais importante após a origem da vida foi o desenvolvimento da fotossíntese.

3º ERA DO PRÉ-CAMBRIANO – PROTEROZÓICO

Na escala de tempo geológico, o Proterozóico (do latim "primeira vida") é a era que está compreendida entre 2,5 bilhões e 542 milhões de anos, aproximadamente. Divide-se nas sub-eras Paleoproterozóica, Mesoproterozóica e Neoproterozóica, da mais antiga para a mais recente.
Foi uma fase de transição da Terra, durante a qual o oxigênio se acumulou primeiramente na litosfera (formando os óxidos, principalmente de silício e ferro, presentes nos minerais) e depois na atmosfera (na forma de oxigênio gasoso). Somente depois que os elementos ávidos de oxigênio nas rochas se oxidaram foi possível um acúmulo do gás na atmosfera.
Acredita-se que as algas azuis tenham sido as principais responsáveis por esta grande acumulação de oxigênio, posto que nos oceanos apareceram as formas de vida eucarionte. Em torno de um bilhão de anos atrás muitos outros tipos de algas começaram a aparecer no registro de fósseis, incluindo as algas verdes e vermelhas.
Foi durante o Proterozóico que se formaram os continentes e que se iniciaram os movimentos da tectônica de placas. Por volta de 900 Ma as massas continentais pareciam estar reunidas no supercontinente Pangéia que irá sofrer uma fragmentação no final do Proterozóico, a qual dará origem aos paleocontinentes da Laurássia (América do Norte, Escócia, Irlanda do Norte, Groenlândia), Báltica (parte centro-norte da Europa), Sibéria unida ao Cazaquistão e Gonduana (América do Sul, África, Austrália, Antártida, Índia, Península Ibéria - sul da França).

Nesse post é só, no próximo haverão mais informações sobre o segundo éon: FANEROZÓICO, quando a vida realmente começa a tomar forma
^^


Tabela de tempo geológico só p n dizerem q n pus figuras. auhuhauhauhaauhauh

Bjs a todos



- Postado por: Angelus às 14h45
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Dinos

Olá
Voltando com mais uma atualização
Ehheheheh
E agora falando sobre os nossos amigos dinos!
^^

Dinossauros

Dinossauro ou dinossáurio (do grego déinos - terrivelmente grande, saurós - lagarto, e, por extensão, réptil) é a denominação dada a qualquer membro de um grupo de arcossauros referente ao final do período Triássico (cerca de 230 milhões de anos atrás) e dominante da fauna terrestre durante boa parte da era Mesozóica, do início do Jurássico até o final do período Cretácico (cerca de 65 milhões de anos), quando da extinção de quase todas as linhagens, à exceção das aves – entendido por muitos cientistas como os únicos representantes atuais. Distinto de outros arcossauros por um conjunto de características anatômicas, entre as quais se destacam a posição dos membros em relação ao corpo – projetados diretamente para baixo – e o acetábulo (encaixe do fêmur na região da bacia) aberto, isto é, o fêmur encaixa-se em um orifício formado pelos ossos da bacia.

Introdução

Historicamente a denominação do grupo (Dinosauria) foi criada pelo paleontólogo e anatomista inglês Richard Owen em Abril de 1842 na versão impressa de uma palestra conferida em 2 de Agosto de 1841 em Plymouth, Inglaterra, sobre fósseis britânicos de répteis. O grupo foi erigido para agrupar os então recém-descobertos Iguanodonte, Megalossauro e Hylaeossauro. Apesar da natureza fragmentária dos fósseis, Owen pôde reconhecer que eram bastante distintos dos répteis (vivos e fósseis) até então conhecidos:
• Eram grandes (outros grupos de répteis grandes eram conhecidos – crocodilos, mosassauros, plesiossauros e ictiossauros, mas estes eram aquáticos, ao contrário dos membros do novo grupo, eminentemente terrestres);
• Possuíam um encaixe dos membros diferente: os ossos dos membros ficavam em uma orientação paralela em relação ao plano longitudinal do corpo (dirigidos diretamente para baixo), em vez da posição típica dos membros dos demais répteis – saindo perpendicularmente do corpo e se dobrando para baixo na região do cotovelo e do joelho (dirigidos lateralmente);
• Altura, largura e rugosidades dos arcos neurais;
• Costelas com terminação proximal (que se liga às vértebras) bifurcada (a costela apresenta um formato de um Y);
• Coracóide largo e, por vezes, de padrão complexo;
• Clavículas longas e finas;
• Ossos dos membros proporcionalmente maiores, mas com paredes finas – indicando hábito terrestre.

Evolução dos Dinossauros

Os dinossauros divergiram dos seus antepassados arcossauros há aproximadamente 230 milhões de anos durante o período Triássico, rudemente 20 milhões de anos depois que o evento de extinção Permo-Triássica apagou aproximadamente 95 % de toda a vida na Terra.A datação de fósseis do primeiro gênero de dinossauro conhecido, o Eoraptor estabelece a sua presença no registro de fóssil de 235 milhões de anos.Os paleontólogos acreditam que Eoraptor se parece com o antepassado comum de todos os dinossauros; se isto for verdadeiro, os seus traços sugerem que os primeiros dinossauros fossem predadores pequenos, provavelmente bípedes.A descoberta de ornitodiros primitivos, parecido a um dinossauro foram animais como Marasuchus e Lagerpeton em camadas de rochas triassicas da Argentina apoia esta visão; a análise de fósseis recuperados sugere que esses animais fossem predadores pequenos.
As poucas primeiras linhas de dinossauros primitivos diversificados rapidamente pelo resto do período Triássico; as espécies de dinossauro rapidamente desenvolveram as características especializadas e a variedade de tamanhos.Durante o período da predominância dos dinossauros, que abrangeu os seguintes períodos Jurássico e Cretáceo, quase cada animal da terra conhecido eram maiores do que 1 metro de comprimento.
O Evento K-T, que ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos no fim do período Cretáceo, causou a extinção de todos os dinossauros exceto a linhagem que já tinha dado a origem aos primeiros pássaros. Outras espécie diapsídeos relacionadas aos dinossauros também sobreviveram ao evento.

Tamanho

Enquanto evidência é incompleta, é claro que, como um grupo, os dinossauros foram grandes. Mesmo para padrões de dinossauros, os saurópodes foram gigantescos. Durante a maior parte da Era Mesozóica, os saurópodes menores foram maiores do que algo mais no seu hábitat, e os maiores foram uma ordem da magnitude mais maciça do que algo mais que andou desde então sobre a Terra. Os mamíferos pré-históricos gigantescos como o Indricotherium e o mamute seriam nanicos perto saurópodes gigantescos, e só uma mão cheia de animais aquáticos modernos os aproxima ou sobrepuja no tamanho — o mais notavelmente a baleia-azul, que consegue até 190,000 quilogramas (190 toneladas) e 33.5 m (110 pés) no comprimento.

Grupos de Dinossauros

Os Dinossauros eram divididos em seis grupos:Terópodes, que consistiam nos maiores predadores da Terra, Saurópodes, os maiores animais que já habitaram a terra, Ceratopsídeos, que tinham adornos na cabeça, Estegossauros, dinossauros com placas nas costas , Anquilossauros, os dinossauros "blindados" e com porretes na cauda e os Ornitópodes, também conhecidos como dinossauros-bico-de-pato.



Figura de um Braquiossauro - Brachiosaurus
altithorax (um dos maiores saurópodes que existiram)


Até a próxima
onde teremos mais dinos
bjs



- Postado por: Angelus às 23h25
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Olá
Meu segundo post é nd mais q uma continuação do primeiro

Dando noções básicas sobre paleontologia, logo mais continuo com novidades.
Espero q curtam!

- Cronologia da Paleontologia

• 1824, Reino Unido - A primeira espécie de dinossauro é descrita: Megalosaurus bucklandi, um carnívoro de 9 metros.
• 1825, Reino Unido - O segundo dino é descrito. Chama-se Iguanodon bernissartensis. Ainda não havia a palavra "dinossauro" para nomear a espécie.
• 1833, Reino Unido - O terceiro dinossauro descrito é um herbívoro encouraçado, tratando-se do britânico Hylaeosaurus armatus.
• 1842, Reino Unido - Sir Richard Owen cunha a palavra "dinossauro" ("lagarto terrível") para agrupar animais como o Megalosaurus, o Iguanodon e o Hylaeosaurus.
• 1861, Alemanha - Foi descrito o fóssil da Archaeopteryx lithographica, considerada até então a mais antiga ave conhecida.
• 1905, EUA - Tyrannosaurus rex é descrito, após seus restos serem coletados no oeste norte-americano. Especialistas ficaram tão espantados com o tamanho e a aparência deste carnívoro que colocaram o nome de "lagarto tirano rei".
• 1915, Egito - Paleontólogos europeus resgatam toneladas de fósseis de dinossauros. Um dos mais curiosos é o Spinosaurus aegyptiacus, dotado de longo focinho e vela dorsal. O material original --o mais completo já resgatado desta espécie-- foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial, num bombardeio ao museu alemão onde estava guardado.
Década de 1940 e de 50, Brasil - Llewellyn Ivor Price registra os primeiros fósseis de dinossauros encontrados em território brasileiro.
• 1969, EUA - John Ostrom, paleontólogo norte-americano, descreve um pequeno e ágil dinossauro carnívoro, o Deinonychus antirrophus. Ostrom encontrou incríveis semelhanças entre o Deinonychus e o Archaeopteryx, retomando a questão da afinidade entre aves e dinossauros.
• 1970, Brasil - O primeiro dinossauro brasileiro ganha nome e sobrenome: Staurikosaurus pricei. É um dos mais antigos dinossauros conhecidos e importante no debate sobre a origem desse grupo de animais no planeta.
• 1978, EUA - Centenas de fósseis de uma mesma espécie de dinossauro, juntamente com ninhos e filhotes recém-nascidos, são encontrados num vale. Os animais morreram juntos por conta de uma grande erupção vulcânica. O achado indica que algumas espécies viviam em grupos sociais e cuidavam de seus filhotes. Ganhou o nome de Maiasaura ("lagarto boa mãe").
• 1993, Argentina - O maior dinossauro descoberto até então é anunciado por paleontólogos argentinos: Argentinosaurus huinculensis. Estima-se que tenha ultrapassado os 35m de comprimento e as 100 toneladas.
• 1995, Argentina - Paleontólogos argentinos descrevem o Giganotosaurus carolini, um carnívoro gigante, cujo tamanho ultrapassava o do próprio Tyrannosaurus rex.
• 1996, China - Paleontólogos chineses descrevem o Sinosauropteryx prima. Este pequeno carnívoro, encontrado em rochas de 135 milhões de anos, tinha em seus fósseis impressões de uma fina penugem.
• 1999, China - Outro importante dino chinês é descrito: o Sinornithosaurus milenii. Era do grupo dos dromeossauros, ao qual pertencem o Velociraptor e o Deinonychus. O pequeno animal tinha o corpo coberto por penas. Pensou-se pela primeira vez na possibilidade de que seus 'primos' também as tivessem.
• 2005, Alemanha - Um novo exemplar de Archaeopteryx é descrito por norte-americanos. A similaridade com o grupo dos dromessouros demonstra que alguns dinos teriam sido ancestrais diretos das aves.
• 2006, Brasil - Mais um dinossauro ancestral é descoberto : O Sacissaurus. O nome é bem sugestivo, já que o dinossauro foi encontrado com uma perna ! O Sacissaurus era carnívoro.

- Fósseis

Os Fósseis são restos ou vestígios preservados de animais, plantas ou outros seres vivos em rochas, sedimentos, gelo ou âmbar. Preservam-se como moldes do corpo ou partes deste, rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino "fossilis" que significa "ser desenterrado". A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia. A fossilização raramente ocorre porque a matéria orgânica dos seres vivos tende a ser rapidamente decomposta. Logo, para que um organismo seja fossilizado, os restos devem ser rapidamente cobertos por sedimentos. Existem diferentes tipos de fósseis e diferentes processos de fossilização.


Registro Fóssil


Permineralização

Este processo, comumente denominado de petrificação, consiste literalmente na substituição dos restos orgânicos de um ser vivo por matéria mineral, rocha, ou na formação de um molde desses restos. Ocorre quando o organismo é coberto rapidamente por sedimento após a morte ou após o processo inicial de deterioração. O grau de deterioração ou decomposição do organismo quando recoberto, determina os detalhes do fóssil, alguns consistem apenas em restos esqueléticos ou dentes; outros fósseis contêm rastos de pele, penas ou até tecidos moles. Uma vez coberto com camadas de sedimentos, as mesmas compactam-se lentamente até formarem rochas, depois, os compostos químicos são lentamente trocados por minerais pesados.

Moldes e traços de fósseis

Um molde de fóssil é formado por fluidos infiltrados que dissolvem os restos de um organismo, criando um buraco na rocha com a forma do organismo. Se esse buraco for preenchido com mais minerais, é chamado de molde fóssil. Se o enterro do organismo for rápido, são grandes as chances de que até mesmo as impressões de tecidos moles permaneçam. Traços fósseis são os restos de caminhos, enterros, pegadas, ovos, conchas, ninhos e fezes . Estes últimos, chamados coprólitos, podem fornecer uma idéia do comportamento alimentício do animal, tendo assim, grande importância.

Fósseis em resina



Um inseto preso em âmbar. Este pedaço de âmbar mede 10 mm.

Animais menores, como insectos, aranhas e pequenos lagartos, quando presos em resina ou âmbar, que é segregado por certas árvores, ficam praticamente intactos por milhares de anos. Estes fósseis podem ser encontrados em rochas sedimentares, assim como os demais tipos de fósseis.Âmbar é uma substância resinosa e aromática,com consistência de cera rija,que foi produzida por uma espécie extinta de pinheiro

Pseudofósseis

Há padrões regulares nas rochas que são produzidos por diversos processos e podem facilmente ser confundidos com os fósseis verdadeiros. Estes "fósseis" podem ser formados por fissuras nas rochas que são preenchidas por minerais infiltrados. Outros tipos de pseudofósseis são os minérios kadega para, as formas arredondadas do minério de ferro, e 'Ágatas de musgo', que se parecem com folhas de plantas.

Fóssil vivo

Fóssil vivo é um termo utilizado para espécies vivas que lembram uma espécie já fossilizada, como se o fóssil tivesse "voltado à vida". Pode ser uma espécie conhecida apenas dos fósseis até que representantes vivos sejam descobertos (o exemplo mais famoso é o peixe celacanto, Latimeria chalumnae), ou uma única espécie viva sem parentes próximos, mas que é a única sobrevivente de um largo grupo no registro fóssil (o melhor exemplo é a árvore ginkgo, Ginkgo biloba). Outros "fósseis vivos" são Ennucula superba, Lingula anatina, um braquiópode inarticulado, o tuatara, e o Limulus polyphemus que se assemelha a um trilobita.

Próximo post tem mt mais e será quando começo a falar de dinossauros!
BJS



- Postado por: Angelus às 23h35
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PALEONTOLOGIA

Olá a todos!
Obrigado por visitarem meu novo blog!
Estamos começando mais uma jornada com a idéia de expandir um dos campos da biologia, no qual aprendemos sobre seres q viveram no passado.
Como primeiro post darei uma idéia geral do q seria essa ciência da qual falaremos incessantemente aqui!

A PALEONTOLOGIA

Paleontologia é uma ciência que interage com a biologia e a geologia. É o estudo dos fósseis, ou seja, restos de seres vivos ou vestígios de vida de organismos que existiram durante a história da vida na Terra, e que se encontram preservados no registro geológico, ou seja rochas (é um agregado natural composto de alguns minerais ou de um único mineral), sedimentos (detrito rochoso resultante da erosão, que é depositado quando diminui a energia do fluido que o transporta, água, gelo ou vento), gelo (estado sólido da água - será memso que eu precisava explicar isso?? hehe) ou âmbar (resina fóssil de alguns vegetais extintos, como pinheiros).

- Importância

Para os engraçadinhos que dizem q a paleontologia é perda de tempo...  Saibam que a partir dos fósseis a evolução dos seres fossilizados até aos atuais pode ser melhor compreendida. Inversamente, com base na frase "o presente é a chave do passado" de Charles Lyell, a partir dos seres vivos atuais pode-se extrapolar algo sobre os fósseis, como o modo de vida, alimentação, de locomoção e de reprodução, dentre outros. A partir dos fósseis pode-se fazer a datação relativa das rochas sedimentares e correlações entre rochas de locais distantes.

- Divisões

Por vezes, divide-se a paleontologia em dois ramos:
• a paleozoologia - estudo dos fósseis de animais, e
• a paleobotânica - estudo dos fósseis de plantas.

Também é possivel dividir a paleontologia em:

Macropaleontologia - que estuda os fósseis visíveis a olho nú.
Micropaleontologia - que estuda os fósseis de organismos que necessitem de microscópio para serem visualizados.

Ainda se faz uma subdivisão da paleobotânica e da micropaleontologia constituindo a palinologia, que se dedica ao estudo de pólen e esporos fossilizados.
Esta divisão provém do fato de durante muitos anos os seres vivos serem classificados quer como plantas - e estudados pelos botânicos - quer como animais - estudados pelos zoologistas.
Vale lembrar que ainda há outra especialidade da paleontologia que é a paleoecologia, que estuda como foram as interações entre os seres vivos entre si e com o seu ambiente.

- Diferença da arqueologia

Os arqueólogos diferenciam-se dos paleontólogos porque trabalham com restos de seres humanos e vestígios da sua atividades. Normalmente, procuram comprender as atividades humanas em determinado período da história da Terra. A paleontologia estuda todos os organismos que viveram na Terra, incluindo a evolução primata-homem, mas não o ser humano como o conhecemos hoje, pois o estudo antropológico e cultural se restringe à arqueologia. A paleontologia estuda organismos mortos ate 11.000 anos, pois nem todo resto de ser vivo preservado em sedimentos, rochas, gelo e âmbar é um fóssil.


Por hj é somente isso msm!
:)



Espero que curtam ok?
E volto em breve com mais um post!
fuiz




Âmbar lapidado



- Postado por: Angelus às 14h02
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