Depois de um longo tempo coloco mais uma parte aqui da geologia terrestre! Espero q curtam isso!
2º ÉON – FANEROZÓICO
Na escala de tempo geológico, o Fanerozóico (Grego: phaneros=visível; oikos=vida) é o mais recente éon, que se inicia há cerca de 542 milhões de anos e se estende até o presente. Sucede o éon Proterozóico e divide-se nas eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica, da mais antiga para a mais recente.
1º ERA DO FANEROZÓICO – PALEOZÓICO
Na escala de tempo geológico, o Paleozóico é a era do éon Fanerozóico que está compreendida entre 542 milhões e 251 milhões de anos atrás, aproximadamente. A era Paleozóica sucede a era Neoproterozóica do éon Proterozóico e precede a era Mesozóica de seu éon. Divide-se nos períodos Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano, do mais antigo para o mais recente.
O Paleozóico corresponde praticamente a metade do Fanerozóico, com aproximadamente 300 milhões de anos. Durante esta era havia seis massas continentais principais, que conheceram montanhas enormes ao longo de suas margens, e incursões e recuos dos mares rasos através de seus interiores, como mares continentais. Muitas rochas paleozóicas são economicamente importantes. Por exemplo, rochas calcárias para finalidades industriais de construção civil, assim como os depósitos de carvão, que foram formadas durante o paleozóico.
O Paleozóico é conhecido por dois dos eventos mais importantes na história da vida animal. Em seu começo houve uma grande diversificação evolutiva dos animais, a explosão cambriana, em que quase todos os filos animais atuais e vários outros extintos apareceram dentro dos primeiros milhões dos anos. Já no extremo oposto do Paleozóico ocorreu a extinção maciça, a maior da história da vida na Terra, que extinguiu aproximadamente 90% de todas as espécies animais marinhas. As causas de ambos estes eventos ainda não são bem conhecidas.
1º PERÍODO DO PALEOZÓICO - CAMBRIANO
Durante o Cambriano, ocorre maior diversificação da vida, evento conhecido como explosão cambriana.
• Os graptólitos dendróides surgem no Câmbrico superior. • Os arqueociatos surgem no Câmbrico inferior e extinguem-se no Câmbrico médio.
O Cambriano marca um ponto importante no historia da vida na Terra, é o período de tempo em que a maioria dos grupos principais de animais apareceram no registro do fóssil. Este evento é chamado as vezes de "a explosão cambriana", por causa do tempo relativamente curto sobre em que esta diversidade de espécies aparece. Hoje sabe-se que os fósseis mais antigos são do vendiano. Os animais mostraram uma diversificação dramática durante este período da historia da terra. Isto foi chamado "a explosão cambriana". O maior registro de grupos animais ocorreu durante os estágios Tomotiano e de Atdabaniano do Cambriano superior, um período de tempo que pode ter sido tão curto quanto cinco milhões de anos! Os animais encontrados em todo o mundo são os anelídeos, artrópodes, braquiópodes, equinodermos, moluscos, onychophorídeos, esponjas, e priapulideos.
A idade Tomotiana, é uma subdivisão do Cambriano superior. Nomeado por exposições da rocha na Sibéria, o Tomotiano viu a primeira radiação principal dos animais,incluindo a primeira aparência de um grande taxa de animais mineralizados tais como braquiopodes, trilobitas, archaeocyatideos, equinodermos.
Os climas do mundo eram suaves; não havia nenhuma glaciação. A maior parte America do Norte se colocava nas latitudes tropicais e temperadas do sul, que suportaram o crescimento de recifes extensivos do archaeocyathideos de água-rasa no Cambriano mais inferior.

Imagem de ambiente do período Cambriano
2º PERÍODO DO PALEOZÓICO – ORDOVICIANO
Durante o Ordoviciano, os invertebrados são as formas de vida animal dominantes.
• Os graptólitos graptolóides surgem no Ordovícico inferior.
No período Ordoviciano o norte dos trópicos era quase inteiramente oceano, e a maior parte terrestre do mundo foi confinada ao sul, o Gondwana. Durante todo o Ordoviciano, o Gondwana foi deslocado para o pólo sul e muito dele ficou debaixo d'água.
O Ordoviciano é o mais conhecido pela presença de seus invertebrados marinhos diversos, incluindo graptozoários, trilobitas e braquiopodes. Uma comunidade marinha típica conviveu com estes animais, algas vermelhas e verdes, peixes primitivos, cefalópodes, corais, crinóides, e gastrópodes. Mas recentemente, houve a evidência de esporos trietes que são similares àqueles de plantas primitivas terrestres, sugerindo que as plantas invadiram a terra neste período. O clima do ordoviciano era mais suave com temperaturas médias e a atmosfera muito úmida. Entretanto, quando o Gonduana se estabeleceu finalmente no pólo sul as geleiras maciças tomaram forma. Isto causou provavelmente extinções maciças que caracterizam o fim do Ordoviciano, em que 60% de todos os gêneros e 25% dos invertebrados marinhos de todas as famílias foram extintos.
Os limites do Ordoviciano são marcados pela ocorrência de graptozoários planctônicos. As rochas são geralmente os argilitos escuros, orgânico que carregam os restos dos graptolitos e podem ter sulfeto de ferro.
Continentes desérticos , rebaixados por epirogênese e invadidos por extensos mares rasos. Orogênese Taconiana. Os graptozoários comuns nesse período são ótimos fósseis guias pois delimitam zonas bioestrátigráficas.
Na vida animal ocorre a primeira experiência em gigantismo artrópodes marinhos com 2 metros aparecem os lamelibrânquios. A evolução dos protocordados desenvolveram os primeiros peixes sem mandíbulas.
Na vida vegetal aparecem os primeiros sinais de plantas terrestres como plantas primitivas que dariam origem as plantas vasculares.

Imagem de ambiente do período Ordoviciano
3º PERÍODO DO PALEOZÓICO – SILURIANO
Durante o Siluriano, surgem as primeiras plantas terrestres e as amonites. O período Siluriano foi primeiro identificado por Sir Roderick Murchison, que estava examinado um estrato sedimentar rochoso fóssil ao sul do País de Gales no inicio de 1830. O nome para o período originou-se de uma tribo Celtica do País de Gales, os Siluares, estendendo a convenção que seu amigo Adam Sedgwick tinha estabelecido para o Cambriano. Em 1835 estes dois amigos apresentaram um trabalho conjunto, sob o titulo "On the Silurian and Cambrian Systems, Exhibiting the Order in which the Older Sedimentary Strata Succeed each other in England and Wales", o qual foi o germe da escala geológica moderna. Inicialmente, o período Siluriano se sobrepunha ao período Cambriano, provocando um furioso desentendimento que terminou com a amizade. Charles Lapworth eventualmente resolveu o conflito pela criação do período Ordoviciano.
O período Siluriano é usualmente dividida nas épocas , da mais antiga para a mais recente: • Llandovery, • Wenlock, • Ludlow • Pridoli
Entretanto, alguns esquemas acrescentam as épocas: Llandovery recente, Wenlock médio e Ludlow e Pridoli tardio. Estes estágios de fauna são caracterizado por seus fósseis característicos, novas espécies de colônias marinhas de graptólitos que aparecem nesta época. Períodos do tempos corresponde a estas series de rochas, dos estágios mais recentes para os antigos, são: • Época Pridoli – nenhum estágio definido (Siluriano tardio) • Época Ludlowa divida em: o Ludfordiana (Ludlowa tardio - Siluriano tardio) o Gorstiana (Ludlow recente - Siluriano tardio) • Época Wenlock divida em o Homeriana (Wenlock tardia - Siluriano recente ou médio) o Sheinwoodiana (Wenlock tardia - Siluriano recente ou médio) • Época Llandoveria divida em o Telychiano (Llandoveria tardia- Siluriano recente) o Aeroniana (Llandoveria média- Siluriano recente) o Rhuddaniana (Llandoveria recente- Siluriano recente)

Imagem de ambiente do período Siluriano
Até a próxima!
- Postado por: Angelus às 20h15
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